Recordar é Viver: "William Baracat x Polaco, um reencontro depois de exatos 60 anos"

 Por Wanderley `Tico´ Cassolla

Nesta semana tivemos a oportunidade de presenciar o reencontro do ex-jogador Mansur William Baracat, atleta destaque do time da Ferroviária, com Reinaldo Rossini, o "Polaco", então mascote do time presidido pelo esportista Galdino de Almeida Barros, e que fez muito sucesso nos anos de 1960.

Depois de 60 anos, William Baracat, ex-jogador da Ferroviária, e o alegre encontro com o mascotinho do time, "Reinaldo Rossini", o Polaco


Associação Ferroviária de Esportes, temporada de 1966, posando no "Platzeck", com o mascotinho Polaco. Em pé, da esq. p/dir: Kasuo Honda (diretor), Galdino de Almeida Barros (presidente), Zinho, Tuta, Jair Cassola, Rubens Rossini, Irineu Palmeira, Carlinhos Rossignoli e Toninho Rossignoli (diretor); agachados: Waldir Marques, Carlinhos Morozini, Eduardo Nunes, William Baracat, Nicola e Carlinhos Faria.


O lateral direito Polaco na Seleção Amadora de Garça, dos anos de 1990, que enfrentou no "Platzeck", uma Seleção Paulista de futebol master, e venceu pelo placar de 3 a 1. Em pé, da esquerda para direita: Carlos `Bonfa´, Toninho Ornelas, Polaco, Bô, Pilão, Jair Proença e Abegar;agachados: Chico Ramalho, Osmar Silvestre, Tico, Albino, João Ricieri e Túlio Calegaro.

Foi uma resenha pra lá de agradável, com muitos casos e `causos´ recordados. Não poderia faltar o jogo que a Ferroviária disputou em São Paulo, contra o ótimo time da VARIG, que reunia em seu elenco bons jogadores, alguns mesmo ex-profissionais. A delegação da Ferroviária embarcou de trem noturno da Cia. Paulista de Estradas de Ferro, chegando em São Paulo na manhã seguinte, dia do jogo.

O amistoso foi realizado à tarde, a Ferroviária venceu o primeiro tempo por 2 a 1, gols do Carlinhos Morozine e Rubens Rossini, pai do mascote Polaco. No segundo tempo o time cansou e tomou a virada de 3 a 2. Mas segundo o William "foi um jogo inesquecível".

Além da Ferroviária, o versátil William, que jogava de lateral, meio de campo, e até atacante, envergou a camisa do Palmeirinha, Água Branca, Jambo (que deu início ao Garça FC. em 1965) e até na Veracruzense.

O William cobrava os laterais no melhor estilo Djalma Santos, tinha muita força e precisão nos lançamentos da bola. Também participou das tradicionais peladas do Garça Tênis Clube e na A.A. Banco do Brasil, onde era funcionário.

Graças a uma contusão no joelho, "pendurou as chuteiras", próximo de completar 50 anos. O William segue acompanhando o futebol, torce para o Palmeiras, e tem como ídolo no futebol, o Ronaldo de Assis Moreira, ou Ronaldinho Gaúcho, "El Bruxo".

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