"Recordar é Viver: "A camisa autografada do Real Madrid"

Tico Cassolla e Toninho Ornellas 


Ornellas e um verdadeiro tesouro: a camisa autografada do Real Madrid 


Camisa foi usada pelo ex-lateral Cicinho em 2006/07

Por Wanderley 'Tico' Cassolla 

O pradopolense Antônio Ornellas de Almeida, é ex-atleta do futebol amador e futebol suíço. Hoje um garcense nato, de alma e coração. 

Dias atrás postamos uma foto da camisa do Santos FC, autografada pelos jogadores do atual elenco, inclusive do cracaço Neymar Jr.  E não é que o Toninho Ornellas tem uma super-relíquia também: a camisa do poderoso Real Madrid, dos anos de 2006 e 2007, devidamente autografada pela maioria dos cracaços do time espanhol. 

O presente especial ele ganhou do ex-jogador Cícero João de Cézare, o Cicinho (atual comentarista do programa Jogo Aberto, da TV. Band), que, por coincidência, é de Pradópolis/SP, a mesma cidade do Toninho Ornellas. 

Analisando a "olho nú" identificamos autógrafos do garcense Roberto Carlos, Iker Casillas, Robinho, David Beckham, Sérgio Ramos, Higuain e Ruud Van Nistelrooy, além, é claro, do Cicinho. Em tempo: só esclarecendo que confrontamos os autógrafos nas camisas com os autógrafos encontrados na internet/google.  

Pra mim, o Real Madrid é o melhor time do mundo na atualidade. 'Só' tem 15 títulos da Champions League e 6 do mundial de clubes. Se contar mais 3 da Copa Intercontinental chega a 9.

Em destaque, numa das formações do Bangu, campeão da Taça Cidade de Garça em 1967 e vencedor do Municipal no ano seguinte

A CARREIRA
: Toninho Ornellas desfilou o seu futebol nos gramados garcenses a partir dos anos de 1960. Era um meio campista de grandes predicados técnicos, pois tinha um bom posicionamento naquele setor do campo. E caso o treinador precisasse, jogava tranquilamente nas outras posições. "Só não joguei no gol", afirmou.

Na época defendeu o poderoso time do Bangu, da Vila Nova, que travou grandes duelos com o Real Garcense, da Vila Manolo. No Bangu foi campeão da Copa Lions/Taça Cidade de Garça, em 1967, na segunda edição do tradicional torneio. Em 1968 o título máximo: campeão varzeano, com o Bangu realizando uma campanha impecável. 

Jogou também no amador/aspirantes do Garça FC. Depois ficou aproximadamente 10 anos trabalhando e morando em São Paulo, capital. Tão logo retornou a Garça, voltou aos gramados. Jogou no América, Vimec, Pereira e Santos, Jafense e Casa Ipiranga. Prosseguindo com a carreira foi para o futebol suíço, onde defendeu o Kosminho, Fitotécnica, Salão Carter, América e Cotrag. 

Depois, em ritmo de lazer, nos Peladeiros, no campo de gramado sintético do Paulinho Boy.  Após "pendurar as chuteiras", foi a vez de continuar torcendo pelo seu glorioso São Paulo FC. No tricolor paulista tem dois ídolos: Roberto Dias e Rogério Ceni. "Mas para mim, o maior ídolo é o incomparável Pelé, o rei do futebol", disse categoricamente. 

Em tempos de Copa do Mundo, o Toninho Ornellas, fez a sua previsão: "A seleção brasileira não vai ganhar a Copa deste ano. Tem muitos jogadores ruins de bola, mas muito badalados. Sem falar que a seleção chegará na Copa sem uma base sólida montada".

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