Recordar é Viver: "Dois grandes nomes dos anos 60"


Um trio de atacantes: Tico (centroavante), Dubá (ponta direita) e Zagati (meia esquerda)

Por Wanderley `Tico´ Cassolla

Dessa vez o encontro foi em dose dupla, com os esportistas Antonio Carlos Rizi, o "Dubá" e José Carlos Zagati. Dois grandes jogadores de destaque no futebol garcense nos anos de 1960. Eram atacantes de bons predicados técnicos.

Zagati, no Botafoguinho, do técnico Egídio, campeão juvenil de 1963: em pé da esquerda para direita, Mussi, Cascata, Osni Ramos, Alberto, Zé Francisco Egéa e Reinaldo Portelinha; agachados: Helinho Tercioti, Pique, Toninho, Zagati e Nenê Codonho.

O corintiano Zagati atuava mais pelo lado esquerdo, defendendo o Botafoguinho. Já o Dubá jogava mais pelo lado direito, na ponta e atuou na Ferroviária e Botafoguinho. Era irmão do craque Rizzi, que envergou a gloriosa camisa do Garça FC.

O encontro e a resenha foram rápidos, mas os dois contaram um pouco de suas façanhas quando corriam atrás da bola. Da época que jogaram no antigo Campo do Garça em Vila Williams (em frente ao Hospital São Lucas) e no campo do Municipal - este de terra - que ficava ao lado do atual Fórum.

Dubá, no time da Ferroviária, nos anos de 1960, posando no extinto campo do Municipal, ao lado do Fórum; em pé, da esquerda para direita: Silvio Portelinha, João Luiz “Zico”, Jair Cassola, Sérgio Zancopé, Chicão e Henrique; agachados: Dubá, Rôla Cassolla, Serginho, Emílio e Toninho

O Zagati era o rei das bicicletas, jogada que fazia com facilidade, e até marcava gols. E também porque ia aos campos da cidade com sua famosa bicicleta da marca Goricke. Já o Dubá, além da versatilidade e rapidez dentro do campo, tinha uma especialidade um tanto quanto curiosa fora dele: gostava de empurrar as máquinas do trem, quando elas encalhavam nas proximidades da estação da Paulista.

Como o encontro foi bem rápido, um novo reencontro deverá acontecer. Com certeza muitos outros lances e causos serão recordados pelo Zagati e Dubá.

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