Recordar é Viver: "Márcio Rossini e o seu antológico gol de letra pela seleção"

 

Tico Cassolla e Márcio Rossini com a camisa do Pé de Cana


Com a seleção brasileira, em Gotemburgo, na Suécia, 1983


Ao lado do eterno `Rei do Futebol´, Pelé



O inesquecível golaço de Márcio Rossini diante da seleção sueca



Como técnico do GFC, em 1998


Márcio Rossini sempre prestigia o encontro dos jogadores do "Garça Eternos". Em pé, da esquerda para direita: Casagrande, MÁRCIO ROSSINI, Dinho Parreira, Walmir, Plininho, Marquinhos, Pedrinho, Mauro "Parafuso" e Carlão "Cavalo"

Por Wanderley `Tico´ Cassolla

Márcio Antônio Rossini e um "gol de letra" com a camisa da seleção brasileira. Foi no dia 22 de junho de 1983, jogo contra a Suécia, disputado na cidade de Gotemburgo, no Estádio "Nya Ullevi", durante excursão do Brasil por gramados europeus. Diga-se de passagem, um verdadeiro gol de placa (ou chaleira), que poucos e consagrados jogadores, que já vestiram a camisa verde amarela, marcaram.

O Márcio sempre se destacou como um grande marcador, jaqueta 3, um xerifão lá atrás, com a missão de não deixar seu time tomar gols. Dentre os times que defendeu, fez sucessos no Santos FC, entre 1980 à 1985 e 1990, marcando 15 gols. Está entre os cinco maiores defensores (beque central ou quarto zagueiro) artilheiro da história do alvi-negro praiano. O primeiro é Alex "Boi" com 20 gols, que atuou no Santos entre 2002 à 2004

Rossini é muito conhecido no futebol garcense, onde jogou no suíço por equipes comandadas pelo corintiano Luis Quine, entre as quais, a Casa dos Parafusos. Também foi treinador do Garça FC e também integrou o Pé de Cana.

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